| Reproduzo abaixo o texto do site do Observatório da Imprensa, escrito por Por Alberto Dines em 6/9/2010 | |
| A independência do Brasil foi proclamada no dia 7 de setembro, há 188 anos, às margens do Ipiranga, com um brado retumbante – certo ou errado? Errado. Erradíssimo. Quem garante? Os jornais da época, claro. Quando o Brasil separou-se de Portugal havia cinco jornais em circulação – o precursor da imprensa livre, o Correio Braziliense, o chapa-branca Gazeta do Rio de Janeiro, o Revérbero Fluminense, a Idade do Ouro do Brasil da Bahia e O Espelho. Nenhum deles fala no épico episódio protagonizado por D. Pedro nas redondezas de São Paulo às margens de um riacho. Todos os cinco periódicos eram a favor da emancipação, estavam por dentro do assunto, reproduziram os documentos e a azeda troca de cartas entre o rei D. João VI e o seu filho príncipe-regente, em agosto. Mas em matéria de datas os cinco estão mais preocupados com o 12 de outubro – quando D. Pedro seria proclamado pelo povo e assim legitimado como Imperador do Brasil. O Sete de Setembro foi uma construção política posterior, bem posterior, e não um fato político. Para usar o jargão moderno: o Sete de Setembro foi um factóide, muito bem construído para facilitar a repercussão externa – mas um factóide. História e jornalismo Então nossos professores de história estavam enganados ou nos enganaram? Não propriamente. O que aconteceu foi uma desatenção da historiografia brasileira pelo jornalismo brasileiro. E esta desatenção foi em parte causada pelos preconceitos contra os principais jornalistas da época, majoritariamente maçons. Este desencontro entre o fato e a construção do fato torna-se ainda mais significativo quando lembramos que há dois anos, em 2008, quando deveríamos lembrar os 200 anos da criação da imprensa brasileira, nossa mídia embargou a data e passou uma esponja no passado. Agora, quando identificamos alguns desajustes entre os livros de história e as coleções de periódicos, evidencia-se o crime que a nossa imprensa cometeu contra a sua própria imagem. Quer mais detalhes? Assista amanhã, terça, dia 7 de setembro, ao especial do Observatório da Imprensa na TV sobre mídia e independência. Na TV Brasil, em rede nacional, às 22h. Em São Paulo, pelo Canal 4 da Net e 181 da TVA. | |
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
7 de Setembro, um factóide
domingo, 5 de setembro de 2010
Photoshop em Sete de Setembro
Já começa que o o quadro foi finalizado em 1888, 66 anos depois da proclamação da independência do Brasil.
O objetivo principal do quadro era ressaltar o poder da monarquia, que estava em decadência.
Então o artista se permitiu certas liberdades:
- D. Pedro não estava à cavalo, levando em consideração o tipo de viajem que estava fazendo, o mais lógico seria que ele estivesse montando um jumento ou uma mula (nada glamouroso).
- A sua comitiva era muitíssimo menor do que toda aquela gente retratada na cena.
- Na época do grito a tal "casa do grito" nem existia, ela foi construída 62 anos depois (quando o quadro foi pintado ela já existia, talvez por isso Pedro Américo tenha incluído na cena).
Comparem os quadros:
| Acima - Independência ou Morte / Abaixo - 1807, Friedland |
How Stuff Works
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Ciclo da Esquistossomose
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Realmente não estamos sozinhos


Kepler descobre dois planetas em trânsito ao redor de uma mesma estrela
A sonda Kepler, da Nasa, descobriu o primeiro sistema planetário confirmado com mais de um dos planetas em trânsito - isto é, passando pela linha de visão entre a Terra e sua estrela.
As assinaturas de trânsito de dois planetas distintos aparecem nos dados de uma estrela semelhante ao Sol e apelidada Kepler-9. Os planetas foram chamados Kepler-9b e Kepler-9c. A descoberta, segundo nota divulgada pela Nasa, incorpora sete meses de observações de mais de 156.000 estrelas, como parte de uma busca por planetas de tamanho próximo ao da Terra.
A descoberta dos dois planetas em trânsito aparece na edição desta semana da revista Science.
A câmera do Kepler mediu pequenos decréscimos no brilho da estrela, causados pela passagem dos planetas durante o trânsito. O tamanho dos mundos pode ser estimado a partir dessa redução de brilho. A distância entre planeta e estrela pode ser calculada pelo intervalo entre sucessivas reduções. Cientistas usaram o Observatório Keck, no Havaí, para refinar as estimativas de massa dos planetas.
As observações mostram que Kepler-9b é o maior dos dois, embora ambos tenham massa comparável à de Saturno. Kepler-9b também é o mais próximo da estrela, completando uma órbita a cada 19 dias, enquanto Kepler-9c faz uma volta completa a cada 38 dias.
Além dos dois planetas confirmados, os cientistas da missão Kepler também, identificaram o que parece ser um terceiro mundo, com uma assinatura de trânsito muito reduzida, consistente com um planeta com 1,5 raio terrestre numa órbita extremamente próxima à estrela, de menos de dois dias.
De acordo com a Nasa , mais estudos serão necessários antes que esse possível terceiro planeta possa ser confirmado.
domingo, 22 de agosto de 2010
Você acha a Terra grande?
E você acha que mora num graaaaande planeta:
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Aquecimento Global
Todos capricharam muito e foram muito criativos, porém hoveram alguns destaques.
Então colocarei os que tiveram a maior nota no EM e no Fund II.
Primeiro o do ensino médio, sobre Aquecimento Global, eles passaram um pouco do tempo limite que havia sido estabelecido para a duração do vídeo, mas o capricho conpensou. Confiram:
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Funk Cabeça
Dica para os alunos: aproveita a piada para pesquisar as personalidades citadas que vocês não conhecem.